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Óleo de Pequi, desenvolvido na UnB, disputa prêmio nacional


Óleo de Pequi, desenvolvido na UnB, disputa prêmio nacional
O suplemento alimentar está a um passo de receber o Fi Innovation Awards. O produto é fruto de uma pesquisa de 18 anos do Centro de Desenvolvimento Tecnológico da UnB, em parceria com a RTK Indústria

Lançado em junho, o óleo de Pequi — fruto de uma pesquisa de 18 anos do Centro de Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília (UnB), em parceria com

a RTK Indústria, — está a um passo de receber um dos principais prêmios nacionais da indústria de ingredientes e produtos alimentícios: o Fi Innovation Awards. Apresentado em cápsulas para consumo oral, o óleo genuinamente do cerrado é um dos três selecionados da competição, que revelará o grande vencedor na próxima terça-feira (23/8).
O fruto, capaz de dividir o estado de Goiás e o Distrito Federal entre aqueles que o amam e os que o odeiam, é rico em compostos antioxidantes e anti-inflamatórios. Comercializado exclusivamente pela Naiak, o suplemento alimentar 100% natural comprovou oferecer melhorias contra a oxidação do corpo, efeito decorrente da prática intensa de esportes de longa duração e intensidade.

A farmacêutica responsável pela RTK, Romy Tokarski Gaya, explicou que para provar a eficácia do óleo foi feito um estudo com 126 atletas antes e depois de uma maratona. Os resultados mostraram que, após ingerirem as cápsulas, os esportistas tiveram menos inflamação muscular, menos danos no DNA das células e menos estresse oxidativo. Além disso, o produto apresentou resultados positivos ampliados aos acima de 45 anos pela sua produção de radicais livres mais altas.

Para os que torcem o nariz para o amarelinho espinhento, Romy disse que o cheiro característico do fruto foi retirado. “Embora tenhamos tirado esse traço, criamos tecnologia específica para extração a frio, garantindo que as propriedades do fruto não se percam”, esclareceu. Segundo a farmacêutica, a Universidade de São Paulo (USP) estuda o óleo de pequi para o tratamento do câncer.

A criação do produto resultou em um modelo de exploração sustentável com geração de mão de obra e rendimento para as comunidades rurais do Centro-Oeste. Patenteado pela UnB, o óleo é enquadrado na categoria de novos alimentos, na Anvisa. Desde março, o suplemento é vendido no site oficial da marca.

Fonte: http://www.metropoles.com/